Displasia de Quadril – O Que é e Como Tratar Uma Perna Mais Curta do que a Outra
O que é Displasia de Quadril
Displasia de Quadril é um problema de nascença, que acomete muitas pessoas e que se não for tratado nos primeiros dias de vida pode ter um tratamento mais complicado, com gesso e até cirurgias. Muitas pessoas mancam por falta de tratamento adequado e oportuno, já que identificar a displasia de quadril assim que nasce e tratar o problema é o correto.
Ainda na maternidade, o médico responsável pelo berçário ou pediatra do bebê vai investigar com um exame específico e detectar ou não a displasia de quadril, problema simples de ser resolvido no início e mais complicado de ser tratado depois, podendo levar a criança a mancar pelo encurtamento de uma das pernas. Confira abaixo qual é o exame feito ainda na maternidade para detectar a displasia do quadril, como tratar e evitar a diferença de tamanho de uma das pernas.
Displasia de quadril
Displasia de quadril é quando um bebê nasce com uma alteração no quadril, que quanto mais precoce for diagnostica e tratada menos complicações acontecem. Quando o problema é diagnosticado na primeira semana de vida, a chance de cura é de 90%, quando descoberto a displasia de quadril com 1 mês de vida a cura já cai para 80%, o que dá uma visão da necessidade de urgência no diagnóstico.
A displasia de quadril acomete com mais freqüência as meninas, o primeiro filho e tem a ver com a predisposição genética, com casos do problema na família.
Quando o bebê nasce é feito um exame antes de sair do berçário chamado teste de Ortolani, que pode descobrir o problema e ser indicado o tratamento. Ao notar uma perna maior do que a outra em bebês o indicado é procurar orientação médica para diagnóstico.
Tratamento para displasia de quadril
O primeiro passo do tratamento da displasia de quadril quando o diagnóstico é precoce em recém-nascidos é o uso do suspensório de Pavlik, que não causa desconforto ao bebê e DEVE ser usado direto, sem retirar por NADA, inclusive para tomar banho, sob a ameaça de complicar o caso.
Quando o diagnóstico é feito até os seis meses, se faz necessário o uso de gesso, um procedimento que é necessário hospitalizar e anesteziar o bebê para colocar o gesso, que pode ficar por alguns meses.
Quando o gesso não resolve ou o diagnóstico é feito de forma tardia, a partir de 2 anos na maioria dos casos, a cirurgia é o tratamento indicado.
E você, conhece alguém com o problemas, conte aqui no blog Essas e Outras sua experiência.



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