Terror Noturno – O Que É, Porque Acontece e Tratamento para Evitar Crises
Terror Noturno – O Que É
A criança acorda no meio da noite gritando, chorando, com cara de desespero, olhos abertos, mas não atende aos apelos dos pais tentando acalmá-la e tudo continua, até que de repente, ela volta a dormir como se nada estivesse acontecido. O que vem a ser isso? Estamos falando do terror noturno ou pânico noturno, um distúrbio do sono que acomete 5% das crianças de 2 a 4 anos podendo atingir também bebês a partir dos noves meses de vida.
Não se trata de pesadelo e sim de uma atividade anormal do sono, um episódio ainda pesquisado, que acontece durante o sono profundo, mas sem sonhar. As reações mais comuns durante o terror noturno são choro, gemido, agitação, gritos, onde a criança chega a sentar na cama, ficar de olhos abertos, com semblante de terror, sem acordar.
O terror noturno difere do sonho e do pesadelo pelo fato de acontecer em outro momento do sono, por não ser lembrado depois e não causar medo após o episódio. Criança com familiares com sonambulismo ou distúrbio do sono tem mais tendência a ter terror noturno.
Sintomas do terror noturno
Acordar gritando e chorando
Falar sem ser possivel entender o que se diz.
Choro desesperado e assustado.
Não perceber a presença dos pais no momento da crise.
Não se lembrar do que aconteceu.
O que fazer durante o terror noturno
Ficar próxima da criança sem falar ou tentar acordá-la.
Não falar, tocar ou pegar no colo a criança durante a crise.
Cuidar para que a criança não se machuque durante o episódio.
Deixar que ela volte a dormir espontâneamente.
Ainda se sabe pouco sobre o terror noturno, a não ser que ele não é um problema psicológico, que não é lembrado depois e nem traz medo, não é causado por preocupação ou medo.
A dica é fazer com que a criança durma mais de dia e à noite.
Durma um pouco com ela até ela pegar no sono.
Acordar a criança após em média duas horas de sono na tentativa de impedir o terror noturno.
Evitar estimulantes antes de dormir, como chocolate, café chás, trocando-os por chás calmantes. Alguns medicamentos também podem desencadear o episódio.
Da mesma forma que o episódio começa a acontecer, ele se vai, sem deixar rastros.
No caso das crises serem constantes ou mais de uma vez por noite, o recomendado é buscar orientação médica.
Escreva seu comentário ou experiência.


Seja o primeiro a comentar!