Médicos sem fronteiras
Como trabalhar, salário e recrutamento.
Você gostaria de dedicar cada dia da sua vida ao bem estar de quem mais precisa, por mais sacrificante que isso possa ser? Se sua resposta a essa pergunta foi positiva, você já tem o pré-requisito principal para se tornar um funcionário da organização francesa Médicos Sem Fronteiras (MSF).
Para quem não sabe o grupo surgiu com a intenção de dar ajuda humanitária na área da saúde a pessoas de todo o mundo que passam por conflitos, situações de calamidade pública, epidemias e crises. Ao contrário do que muita gente pensa, eles não aceitam apenas médicos e profissionais da área da saúde, mas candidatos com formação superior em áreas como comunicação, direito, administração, entre outras.
Outra confusão que as pessoas geralmente fazem, é em achar que o trabalho dos Médicos sem Fronteiras é voluntário. Os profissionais recebem um salário reduzido (cerca de mil euros brutos nos primeiros 12 meses de trabalho) mas contam com total assistência da MSF e não precisam pagar por nada, seja remédio, seguro de vida, seguro saúde, passagens aéreas, vistos, vacinação, acomodação ou transportes.
Para ser aceito é importante ter conhecimento de idiomas estrangeiros (principalmente inglês e francês) e disponibilidade para trabalhar em diferentes regiões do mundo por pelo menos 12 meses seguidos, já que o recrutado não escolhe o lugar onde vai trabalhar em campo. O MSF Europa convoca a pessoa, apresenta a proposta e o período de permanência no local e ele decide se aceita ou não.
Site oficial “Médicos sem Fronteiras”
Hoje, a organização Médicos Sem Fronteiras têm uma equipe de brasileiros formado por cerca de 40 pessoas já em campo e outros 60 na fila esperando uma oportunidade. Para mais informações acesse o site oficial da organização aqui no Brasil: www.msf.org.br.
Mas e você, o que achou das informações? Você gostaria de trabalhar na “Médicos sem Fronteiras”?
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Comentários
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Nem sou formada em medicina e muito menos no ensino médio, tenho apenas 16 anos, e á cinco falo que quero ser médica e quero ir para lugares remotos isso ficou mais forte quando aconteceu o terremoto no haiti em 2012, via principalmente as crianças no meios dos escombros e vivas me tocava muito na quela horas queria pega um avião e ir diretamente para la, a se eu tivesse pelo menos a idade que tenho hoje com certeza eu estava la a muito tempo nem se fosse para ajudar a dar água para eles, não só no haiti eu fico desesperada, querendo ajudar nas enchentes, deslisamentos que tem aqui mesmo no Brasil cruz vermelha, corpo de bombeiros isso sim é doação não só por dinheiro muitos bombeiros aposentados, de ferias, de folga foram para la ajudar a quem precisa tiveram o meu respeito e orgulho.
Tenho interesse em trabalhos comunitários e já participei, como voluntária, na coordenação pedagógica da APAE de Armação de Búzios e também atendendo alunos da rede municipal do Rio de Janeiro, num trabalho de apoio psicopedagógico. Inscrevi-me em Cuzco num trabalho voluntário com crianças e adolescentes com deficiência em 2011. Tenho Mestrado em Educação Especial e formação em Pedagogia e já coordenei equipes técnicas e exerci a função de direção adjunta no SENAC do Rio de Janeiro. Leio e entendo espanhol; leio inglês e francês, leio, entendo e falo o italiano básico. Sou discípula da Fundação Logosófica do Brasil e é meu propósito contribuir para a superação humana.
Eu tenho 14 anos e desde de pequena quis ser medica sem fronteiras e ainda quero eu olho para essas pessoas que precisam de ajuda da vontade de correr pra onde aquela pessoa esta e ajudar eu eu quero muito ajudar os outros nem que demore a minha vida inteira para ajudar os outros eu nao vou desistir
Achei interessante o trabalho e sobre tudo muito nobre, são pessoas que se propoem a trabalhar em prol de pessoas necessitadas que nem sabem quem são e nem em que país moram, sempre sonhei com algo parecido.
Sim eu gostaria de Trabalhar como medico sem fronteras sou Medico geral falo paralem do Português, Espanhol e Inglês e gostaria de saber que tenho que fazer para forma parte do Medico sem Fronteira